Preparação dos medicamentos homeopáticos

13 de fevereiro de 2012
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Depois de contada a história sobre “A descoberta da homeopatia” e pensando-se no contexto da radiônica, radiestesia, psiônica, etc., a arte de preparação dos medicamentos homeopáticos deve ser tratada com destaque, porque ela evidencia o valor energético dessa terapia.

O preparo do medicamento homeopático em geral se dá em dois processos, ou seja, usa-se uma via líquida ou sólida. Sendo que antes de tudo devem-se obter as substâncias naturais através de processos químicos ou por maceração no álcool, como é o caso das tinturas-mães produzidas a partir de plantas e animais - ou de suas secreções. As substâncias solúveis minerais ou químicas constituem-se em tinturas primitivas. Assim, sinteticamente esclarecido e de posse da substância natural, procede-se a sua dinamização pela via líquida ou sólida, como mostrado a seguir:

- No caso da via líquida, obtêm-se a preparação primitiva ou a tintura-mãe e dela se tira uma parte que será misturada com 9 (escala decimal) ou 99 (escala centesimal) outras partes de um veículo apropriado, que pode ser água bidestilada e álcool. Assim feito, colocada a diluição em um frasco, bate-se seu fundo sobre um corpo resistente, tendo-se dessa forma o processo de “sucussão”. Com esta diluição seguida da sucussão tem-se a 1ª dinamização que pode ser decimal (1ª D) ou centesimal (1ª CH), dependendo da proporção da diluição. Repetindo-se o processo, agora se usando a 1ª dinamização decimal ou centesimal, tem-se a 2ª dinamização decimal ou centesimal, respectivamente, e sucessivamente a dinamização desejada;

- No caso da via sólida ou seca, estando à substância reduzida a pó por trituração em um almofariz, tira-se uma parte que será misturada com 9 (escala decimal) ou 99 (escala centesimal) outras partes de um veículo apropriado, que nesse caso pode ser lactose. Tritura-se o todo por um espaço de tempo - dizem alguns autores pelo menos por 20 minutos, tendo-se dessa forma o processo de “trituração”. Assim feito, tem-se a 1ª dinamização que pode ser decimal (1ª D) ou centesimal (1ª CH), dependendo da proporção da diluição. Repetindo-se o processo com a 1ª dinamização decimal ou centesimal, tem-se a seguir a 2ª dinamização decimal ou centesimal, respectivamente, e sucessivamente a dinamização desejada.




A experiência mostrou que substâncias insolúveis, a partir da 3ª dinamização centesimal tornam-se solúveis, como é o caso dos metais triturados até essa dinamização (3ª CH). Então, desse ponto em diante pode-se continuar dinamizando pela via líquida, ou seja, se pega uma 3ª trituração centesimal e faz-se uma 4ª dinamização líquida. Resumindo, a via sólida passa para via liquida a partir da 4ª centesimal.


Abreviatura das dinamizações homeopáticas

Se a dinamização pertence à escala decimal - diluição preparada na proporção de 1 para 10 - se faz acompanhar de “x” em algarismo romano, “D”, ou “DH” (escala decimal de Hering), como por exemplo: Aconitum 3.ªx, Aconitum 3ª D, Aconitum 3ª DH.

Se a dinamização pertence à escala centesimal - diluição preparada na proporção de 1 para 100 - não é necessário adicionar qualquer sinal. Contudo, atualmente, ela se faz acompanhar de “CH”, como por exemplo: Aconitum 3.ª CH ou até Aconitum 3CH.

Se a dinamização pertence escala cinquenta milesimal - diluição preparada na proporção de 1 para 50.000 – se faz acompanhar de “Q” ou “LM”, como por exemplo: Lycopodium 2 LM, Lycopodium 2 Q.

Nesse ponto destaca-se que nas diluições homeopáticas acima do número de Avogadro, ou seja, acima de 12 CH não existem mais moléculas da substância original. Nas diluições acima de 12 CH preservam-se, apenas, as características energéticas dos medicamentos.

Os praticantes da radiestesia e radiônica envolvidos com tratamentos energéticos podem se beneficiar dos ensinamentos de Clarke, no que diz respeito ao conhecimento da sintomatologia de treze medicamentos. Segundo Clarke esse conhecimento habilitaria o prático a tratar com sucesso a maioria dos casos que lhe fossem apresentados. Para tanto, esses medicamentos devem ser estudados seguindo a ordem que segue:

1 – Sulfur;
2 – Calcarea Carbonica;
3 – Lycopodium;
4 – Arsenicum Album;
5 – Thuya;
6 – Aconitum;
7 – Nux Vomica;
8 – Pulsatilla;
9 – Silicea;
10 – Hepar Sulfur;
11 – China;
12 – Belladonna;
13 – Bryonia.


Além dos livros citados em “A descoberta da Homeopatia”, o site http://www.homeoesp.org de autoria do Médico Homeopata, Dr. José Maria Alves, oferece farto material para aqueles que quiserem se aprofundar nessa temática. Também, ressalta-se que a matéria médica homeopática é conhecimento básico para os que querem se aproximar da “Medicina Psiônica”, conforme mostrado pelo Dr. J. H. Reyner em seu livro sobre o assunto.


CONTINUA>>>


Artigos da série "Caminhos e Segredos da Radiônica" com apresentação de uma hipótese quântica para o fenômeno radiônico.

1 - O que é Radiônica? Arte, ciência ou magia?
2 - A radiação dos alimentos e a radiestesia
3 - A radiônica e os Florais de Bach
4 - Segredos dos florais de Bach
5 - A descoberta da homeopatia
6 - Preparação dos medicamentos homeopáticos
7 - Desvendando os segredos da radiônica
8 - A radiação mitogenética e a radiônica
9 - As “reações eletrônicas” das doenças
10 - As reações eletrônicas das doenças e seus diagnósticos
11 - Reflexophone e os diagnósticos a partir de uma gota de sangue 
12 - Uma máquina para tratar da saúde de nome Oscilloclast
13 - As vibrações das doenças e a radiônica
14 - Tratamento radiônico de plantações e as patentes de máquinas radiônicas
15 - Outras patentes de máquinas radiônicas
16 - Preparando o caminho para entendimento dos processos radiônico e radiestésico
17 - O Campo de Energia Oscilante e a matéria - Uma contribuição para radiônica do físico Laércio Fonseca
18 - A interação da matéria e os eventos quânticos correlacionados
19 - O livro Caminhos e Segredos da Radiônica - Downloads grátis


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